26/11/2018 2:55 pm

Após fiscalização do PROCON/MA, reclamações durante Black Friday reduzem 90% em 4 anos

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Durante o período de ofertas e promoções da Black Friday, de sexta-feira (23) a domingo (25), o Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA) registrou nove denúncias por meio do site, aplicativo e fiscalizações in loco.

O número representa uma redução em 88,3% em relação às denúncias em 2015, quando 77 denúncias foram contabilizadas no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e no aplicativo do Procon/MA. Em 2016, a diminuição com relação ao ano anterior foi de 66,6%, representando 27 denúncias. Em 2017, foram 15 o número de registros, caindo para 40%.

Para a presidente do Procon /MA, Karen Barros, a redução do número de denúncias entre este e o ano passado, é reflexo das constantes fiscalizações.

Ela explicou que, antes e durante o período da Black Friday, as equipes do Procon/MA fiscalizam sites e lojas para coibir práticas abusivas como a publicidade enganosa e outras irregularidades nos preços divulgados. “A participação dos consumidores fazendo denúncias também é fundamental para o sucesso do trabalho que vem sendo realizado pelo órgão”, afirmou.

Durante o plantão Black Friday, as equipes de fiscalização do órgão percorreram shoppings, supermercados e lojas de municípios localizados na Ilha de São Luís, com atenção voltada para os preços oferecidos nas vitrines.

As unidades do Procon/MA distribuídas por outras regiões do Maranhão também atuaram, com fiscais nas ruas para acompanhar as promoções. No centro de São Luís, as lojas Americanas, Liliane, Novo Mundo e Ibyte tiveram corrigidos os vícios de informação — termo referente à falta ou ausência de informação sobre os produtos.

No João Paulo, esses vícios foram encontrados na loja Novo Mundo. No São Luís Shopping, a loja Ri Happy tinha placas com a informação de que produtos da Black Friday não seriam trocados. Na oportunidade, a gerência foi orientada e em seguida corrigiu a informação.

Na Cohama, a loja Americanas foi autuada, em razão de uma suposta agressão física a um consumidor que estaria realizando compras no local. Na loja Casas Bahia, no Shopping da Ilha, vários clientes tiveram dificuldades para realizar a retirada de produtos adquirido pela internet. Após a ação dos fiscais, todas as ações foram regularizadas.

Em Santa Inês e Bacabal, a loja Novo Mundo alegou que, por erro de impressão da gráfica, o valor dos produtos divulgado estava errado, negando-se a vender os produtos nos valores divulgados. Nos dois casos, os consumidores procuraram as equipes do Procon/MA, que garantiram o cumprimento das ofertas.

Além da fiscalização in loco, o Procon/MA também realizou um plantão de atendimento online 24 horas na sexta-feira. A unidade no VIVA do Shopping da Ilha também esteve disponível para receber denúncias no sábado e domingo, das 13h às 19h. A maior parte das denúncias foi sobre publicidade enganosa.

A Black Friday (sexta-feira negra, em tradução livre) é um dia promocional surgido no varejo dos Estados Unidos nos anos 1990, após o feriado do Dia de Ação de Graças, como forma de antecipar as compras de Natal. A exemplo do que aconteceu no Canadá, Austrália, Reino Unido e Portugal, o varejo brasileiro também passou a utilizar a estratégia de vendas nos últimos anos.

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